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No Pelourinho, Juliana Ribeiro explica projeto que canta a história dos carnavais

Por Jamile Amine / Rebeca Menezes

Foto: Jailton Suzart / Ag Haack / Bahia Notícias

Com o projeto "De Chiquinha a Moraes - A História Cantada dos Carnavais", Juliana Ribeiro quer cantar para os foliões do Largo do Pelourinho sobre como a folia de Momo é plural. Ao lado de Morotó Slim e Peu Meurray, a intenção é "trazer pro atual o que é eterno".

 

"A ideia do projeto é justamente isso: cantar a história dos carnavais. Desde a primeira maestrina, Chiquinha, que fez a marcha rancho, "Abre Alas", que todo mundo conhece; passando por Carmen Miranda; trazendo os grandes sucessos dos sambas enredo; e aí chegar na revolução que foi a célula do samba afro aqui na Bahia. Foi uma célula revolucionária, porque levou o carnaval da Bahia pro mundo. E mais à frente, a chegada de Pepeu, de Moraes, que foi o primeiro cantor de trio elétrico, e depois entra com Armandinho, Dodô e Osmar", detalhou.

 

Segundo Juliana, o processo faz uma "ode à diversidade". "O carnaval não é uno, ele é plural, sempre foi. E aí a ideia é trazer também a pluralidade através das claves baianas".

 

A cantora ainda explicou o papel de cada nome no projeto desta noite. "Peu, com os tambores, representa tanto a questão do samba afro quanto a questão das claves. Morotó é a própria guitarra baiana, que é Moraes Moreira e Armandinho, e eu trazendo esse repertório feminino. Então quando você une, você consegue agregar essa linha histórica. A ideia é contar essa história com pertencimento, com identidade".

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