'O Furdunço é um golaço', diz vocalista da banda Adão Negro
Por Júnior Moreira Bordalo / Lula Bonfim
O vocalista da banda de reggae Adão Negro, Sérgio Cassiano, elogiou a Furdunço, disse que não depende do carnaval para a carreira, mas que fica feliz de poder contribuir para a diversidade do evento. Segundo ele, o "o Furdunço é um golaço".
"A gente vem acompanhando pelas redes sociais que a rapaziada está ligada no cortejo do Adão. Mas tem a Diamba também, que está representando o nosso segmento. Estamos muito felizes. O Furdunço nasceu com essa perspectiva da diversidade. Esta dimensão do trio, que chama as pessoas para uma comunicação olho no olho, mais próxima, de comunidade mesmo, tem tudo a ver com a história do Adão", avaliou Sérgio.
"Como a gente sabe disso, a gente participa dessas festas e eu sempre digo que a gente não depende do carnaval para poder conduzir nossa carreira, mas que é sempre muito bom dar a nossa contribuição para esse traço de diversidade que é próprio da Bahia", comentou.
Sérgio se emocionou ao ver a passagem do ídolo Gerônimo, que também se apresenta nesta noite domingo (16). "Gerônimo estava tocando aqui na frente e eu fiquei super emocionado. Eu conheço o repertório dele e comecei a tocar junto", contou.
Sobre o público jovem que acompanha a banda iniciada em 1996, o cantor disse que "o reggae é uma música atemporal". "Bob Marley continua sendo descoberto pelos meninos de 16 anos. O conjunto de ideias do reggae, quando termina o carnaval, não deixa de fazer sentido na cabeça das pessoas", afirmou.
