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Pré-candidato em Salvador, Prates pondera que grandes alianças não vencem eleição

Por Lucas Arraz

Foto: Reprodução / Raul Spinassé/ Ag. A Tarde

O secretário municipal de saúde de Salvador, Leo Prates (atualmente no DEM), defendeu em entrevista ao programa Isso é Bahia de A Tarde FM nesta quarta-feira (8) que grandes alianças não ganham sozinhas uma eleição. Prates espera a permissão da Justiça até o próximo dia 25 de janeiro para se filiar ao PDT e pode disputar com a pré-candidatura do ainda correligionário Bruno Reis (saiba mais aqui). 

 

“Espero ter uma pré-candidatura que coloque [no centro] a cidade e o que ela espera para o seu futuro do que basicamente precisar ter articulações grandes”, declarou Prates aos jornalistas Jefferson Beltrão e Fernando Duarte. O secretário defendeu que as eleições mudaram e as pessoas agora buscam mais ideiais do que indicações partidárias. "Os apoios são importantes, mas as pessoas querem saber o que eu quero para a cidade. Quero que meus dois filhos se desenvolvam em uma cidade em que as pessoas não sejam julgadas pela opção sexual, pela sua cresnça ou pela cor da sua pele", argumetou. 

 

O prefeito ACM Neto (DEM) disse que o anúncio de Bruno Reis (DEM) como pré-candidato ao Palácio Thomé de Souza com o apoio de 12 partidos é um "caso inédito" (veja aqui). “Se isso [grandes articulações] fossem um paradigma de vitória, Jair Bolsonaro não seria presidente da República”, ponderou Prates. 

 

A justiça deve julgar o pedido de desfiliação do secretário de saúde até o próximo dia 25 de janeiro. Prates alega que foi boicotado no atual partido (lembre aqui). “Estamos aguardando a decisão da Justiça para começar a rodar a cidade. Para que minhas ideias possam representar o sonho de Salvador”, concluiu. 

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