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Saúde é Aqui: Coordenador de consórcios detalha funcionamento das policlínicas

Para que uma policlínica entre em funcionamento, é necessário que as prefeituras de uma região formem um “consórcio”, uma espécie de parceria entre os municípios para gerir e para cofinanciar o projeto. Esse é um dos detalhes explicado pelo coordenador de consórcios do governo da Bahia, Nelson Portela. Segundo ele, os consórcios são os responsáveis por coisas como a escolha da sede do equipamento. “"Não é escolhido pelo estado, pelo governador. É escolhido pelo consórcio”, explica Portela.

 

Um dos ganhos das policlínicas é o acesso facilitado a exames de média complexidade, que antes eram necessários encaminhamento para hospitais e grandes centros urbanos. Agora o paciente vai para o posto da Programa de Saúde da Família (PSF) e sai encaminhado para uma consulta ou um exame na policlínica.

 

 Até o final de 2019, mais de 300 municípios baianos estarão sendo atendidos pelo projeto e, no próximo ano, já estão programadas outras cinco unidades. Veja mais:

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