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Investigação da PF aponta que advogado de Adélio assumiu caso de graça, diz coluna

Imagem: Reprodução / Youtube OAB/MG

Com as especulações sobre quem foi o mandante da facada contra o presidente Jair Bolsonaro (PSL), a Polícia Federal (PF) iniciou também uma investigação sobre o advogado Zanone Júnior, que assumiu a defesa do esfaqueador Adélio Bispo. O resultado oficial da apuração ainda não foi divulgado, mas, segundo o blog de Lauro Jardim, no jornal O Globo, a tendência indicada nessa fase final é de que o advogado trabalhou de graça para lucrar com os holofotes do caso.

 

Se confirmado, isso contraria as expectativas de Bolsonaro, que estava em atividade de campanha quando sofreu o golpe, em Montes Claros, e também a própria versão apresentada pelo defensor. Na época, Zanone disse que o dinheiro para defender Adélio foi pago por "um religioso" da cidade mineira, que não queria aparecer.

 

Nove meses após o crime, Adélio foi absolvido pela Justiça, que o considerou inimputável por sofrer de transtorno mental (lembre aqui). Já Bolsonaro, que foi eleito presidente, passou por diversas cirurgias até se recuperar do atentado.

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