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'Meu papel é mandar instalar', diz Leal sobre eventuais pedidos de CPIs na Assembleia

Por Lucas Arraz / João Brandão

Foto: Paulo Victor Nadal/ Bahia Notícias

Presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) no biênio 2019-2020, Nelson Leal (PP) declarou que agiria com “tranquilidade”, caso recebesse um pedido de instauração de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). “No dia em que um pedido de CPI tiver 21 assinaturas, o meu papel como presidente vai ser de mandar instalar. Nos casos que dependerem da presidência, vamos tocar com muita serenidade”, relatou o presidente em entrevista exclusiva ao Bahia Notícias. 

 

A não instalação de investigações em casos como a da Fonte Nova (saiba mais aqui), Barra e do deputado Targino Machado (DEM), que aparece em vídeos pedindo votos em troca de cirurgias (lembre aqui), ficaram para trás no último biênio, comandado por Angelo Coronel. A gestão levantou críticas por isso. Sobre os fatos, Leal também pregou serenidade nos processos.  

 

“Acho que nesse momento tão exaltado. O que precisamos ter é serenidade, tranquilidade. Para tocar as instituições com muito respeito. Precisamos que esse país volte a crescer”, disse. 

 

O deputado também comentou a operação da Polícia Federal que investiga o correligionário Zé Cocá (PP). Leal defendeu o colega que usou a AL-BA para dizer que a classe política está sendo criminalizada. “Em algumas situações, acredito que poderia se aprofundar mais na investigação antes de tomar uma atitude com uma busca e apreensão”, argumentou (clique aqui e leia a entrevista completa).

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