Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
Notícia
/
Geral

Notícia

Durval: Nº de dias do Carnaval passa por visões política e comercial que 'às vezes divergem'

Por Lucas Arraz / Rebeca Menezes

Foto: Joilson César / Ag. Haack / Bahia Notícias

Um dos principais nomes da música baiana, Durval Lelys fez uma análise da discussão sobre o número de dias do Carnaval de Salvador. Pouco antes de seguir com seu bloco Me Abraça pelo circuito Dodô (Barra-Ondina), o cantor defendeu que a questão envolve interesses que por vezes são distintos.

 

"O Carnaval em si tem duas visões: a política, que é populista; e a comercial, que é da sobrevivência. E as duas têm aspectos bem distintos, porque cada uma quer criar a sua forma de ganhar dinheiro. Ou fazendo abadá, ou vendendo cerveja, o seu bloco, o seu camarote... Então é um potencial comercial. Já o governo e a prefeitura precisam realmente dar o devido cuidado à população, que é cuidar dos seus interesses. Essa coisas às vezes divergem, mas a democracia faz com que os negócios cresçam de forma natural", apontou.

 

Durval acredita que independente dessas visões contrárias, é preciso inovar para manter a qualidade da festa. E a expansão da folia de Momo para outros lugares do Brasil (leia mais aqui) contribuiu ainda mais. "Agora mesmo tem o Carnavalito na Arena Fonte Nova, o Alavontê criou o pranchão. As coisas vão crescendo, tomando outros rumos e o Carnaval vai se modificando, que é o que todos querem no final da história. Todos querem que seu estado esteja forte. E hoje a Bahia tem uma grande concorrência, e isso é bom pra Bahia. Porque quando começarem a ver que tem concorrência, eles vão começar a investir mais, a buscar melhorias. Nós temos que ser otimistas e democráticos. O Carnaval é do povo brasileiro".

Compartilhar