'Acho que ele deve ter esquecido', diz Coronel sobre não ser citado por Wagner
Por Lucas Arraz / Guilherme Ferreira
O presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Angelo Coronel, diz não ter se incomodado com o fato de não ter sido citado pelo futuro colega de Senado, Jaques Wagner, na disputa pela presidência da Casa (lembre aqui). Em entrevista concedida nesta terça-feira (8), ele afirmou que o ex-ministro pode ter cometido um ato de esquecimento.
Para Coronel, o esquecimento pode ter acontecido por conta da "emoção". "Eu acho que ele deve ter esquecido. Mas o voto de Wagner pra ser presidente do Senado é igual ao meu e ao de Otto Alencar, não tenho a menor dúvida disso. Talvez em uma próxima matéria ele venha a retificar algum deslize no momento, talvez de emoção, de saber que vai ter mais um baiano presidindo o Senado da República", declarou.
Wagner disse mais cedo ao radialista Mário Kertész, na Rádio Metrópole, elogiou Renan Calheiros (MDB) e Tasso Jereissati (PSDB), pré-candidatos à presidência do Senado, e disse que eles têm "mais experiência e envergadura" para ocupar o posto.
GOVERNO BOLSONARO
Durante a eleição para a presidência da União dos Municípios da Bahia (UPB), Coronel disse também que ainda é cedo para fazer uma avaliação do desempenho de Jair Bolsonaro à frente do governo. "Vamos torcer que acerte porque nós não podemos, por sermos oposição, achar que o melhor é a terra arrasada, o melhor é que ele seja um fracasso, muito pelo contrário", comentou.
