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O futuro da mobilidade urbana em Salvador

Projeção do projeto da Linha Viva | Foto: Reprodução / YouTube

Relatório disponibilizado pela Confederação Nacional de Transportes (CNT) enumera projetos que seriam mais importantes para solucionar os problemas de mobilidade urbana em Salvador. Os projetos citados no Relatório são a “ampliação da Linha 1 e 2 do Metrô”, a “implantação das avenidas denominadas de Linha Viva e Atlântica”, a “implantação do BRT Lapa-Iguatemi e Corredores Transversais I e II”.

 

No entanto, quando se confronta esse relatório com a política de mobilidade adotada pela Secretaria Municipal de Mobilidade, constata-se o descaso com o tema, pois o Executivo soteropolitano abandonou o projeto da Linha Viva e, no atual Plano de Mobilidade, não priorizou a implantação da Avenida Atlântica, que serviria para desafogar o trânsito na Avenida Paralela e seu entorno.

 

Informações de bastidores apontam que a falta de interesse em implantar essa avenida visa atender aos interesses de moradores de condomínios de luxo, como Alphaville e Patamares, que querem um novo parque no local. Entretanto, a menos de 100 metros existe o Parque de Pituaçu, mantido pelo Estado da Bahia e que não tem frequência expressiva pela sua magnitude.

 

O comentário corrente é que o governador Rui Costa, se reeleito e já pensando na eleição municipal de 2020, encampará esses projetos, como fez com a Avenida 29 de Março, que o município não priorizou e ele está implantando.

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