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Alckmin defende que política de Bolsonaro representa 'atraso' para Brasil

Por Lucas Arraz / Ailma Teixeira

Foto: Lucas Arraz / Bahia Notícias

Em visita a Salvador, nesta quinta-feira (7), Geraldo Alckmin negou que tenha medo da disputa apresentada pelo deputado Jair Bolsonaro (PSL) na eleição para a Presidência da República. O tucano tem feito diversas críticas ao "candidato da bala" em seus discursos. "Não, o que eu tenho é que eu acho um atraso. Quem anda pra trás é caranguejo, o Brasil precisa ir pra frente", justificou. Uma das bandeiras levantadas pelo deputado conservador é a legalização do porte de armas no país. "Você não vai criar emprego à bala, você vai é com competitividade, confiança, investimento. Você não vai resolver o problema da saúde, esse sofrimento que a população brasileira passa, e eu sou médico, é meu dever melhorar a saúde, à bala. Você não vai melhorar a educação, uma creche pra mãe por o seu filho, melhorar a escola, a qualidade da educação, à bala", discursou o tucano. Na ocasião, ele afirmou também que não considera contraditório fazer críticas nesse sentido e, ao mesmo tempo, ter um general à frente das diretrizes da política de segurança da sua campanha – o general Campos e o coronel José Vicente, da Polícia Militar, trabalham junto com o economista Leandro Piquet e a prefeita de Caruaru (PE) e ex-delegada da Polícia Federal, Raquel Lyra, no setor. "Ninguém melhor que membros da Polícia Federal, Polícia Militar, Forças Armadas pra compor a política de segurança", resumiu. Alckmin veio à capital baiana para receber o título de cidadão baiano na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA).

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