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Aleluia minimiza suspensão de venda de distribuidoras da Eletrobras: 'Juíza singular'

Por Lucas Arraz

Foto: Divulgação

O deputado José Carlos Aleluia (DEM), relator na Câmara do projeto de lei sobre a privatização da Eletrobras (veja aqui), minimizou a decisão da Justiça do Trabalho que suspendeu a venda de cinco distribuidoras da companhia no Rio de Janeiro (leia aqui). Aleluia insinuou que a decisão da juíza Raquel de Oliveira Maciel teve “uma interpretação mais à esquerda”. “Essa decisão é uma visão micro de uma juíza singular que tem uma posição pró-empregado e contra o governo. [Sem a privatização] As distribuidoras vão parar de funcionar porque o governo não tem mais como colocar dinheiro e isso é muito pior”, comentou Aleluia. "O governo vai recorrer e derrubar", garantiu o parlamentar. Segundo com a decisão que suspendeu as negociações, a privatização das distribuidoras não levou em conta o impacto do processo nos contratos dos 11.405 funcionários da estatal. Na matéria da privatização, que tramita sob o regime de prioridade no Legislativo, o deputado federal Patrus Ananias (PT-MG) já havia sugerido uma emenda que estabelece condições de manutenção do quadro de empregados das distribuidoras desestatizadas. Segundo outra emenda, a do deputado Glauber Braga (PSOL-RJ), todos os contratos de empregados das empresas desestatizada devem ser mantidos por, pelo menos, 18 meses. Apesar dos possíveis impactos nos empregados, assegurados pelas emendas do projeto, Aleluia defende que a privatização pode resultar em aumento de postos de trabalhos. “A Eletrobras vai aumentar o número de projeto e investimentos. Não podemos engessar uma empresa por conta de decisões singulares”, minimizou o parlamentar. 

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