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'A onda do desemprego bateu mais forte na Bahia', avalia novo secretário da Setre

Por Bruno Luiz / Lucas Arraz

Foto: Bahia Notícias

Para Vicente Neto, novo secretário da pasta de Esporte, Trabalho e Renda do governo estadual (Setre), mudanças na economia feitas pelo atual governo federal são as principais responsáveis pelo desemprego no estado. Com um percentual médio de cerca de 16%, a Bahia fechou o ano de 2017 com a maior taxa de desemprego desde de 2012. O número é maior, inclusive, do que a média média nacional, que ficou em torno de 8%. “Na região Nordeste tínhamos políticas públicas relacionadas à geração de emprego integradas ao governo federal. Quando você desmonta a política nacional, quem mais sente o impacto é quem é maior. O que tenho para dizer é que a onda do desemprego bateu mais forte aqui do que em outros estados”, defendeu o secretário. Com a taxa de desemprego alta, a Setre precisa fomentar a geração de emprego e renda, sem esquecer de assistir à prática de esportes no estado. O orçamento anual da pasta para cuidar disso é de R$ 276 milhões para 2018. Sobre o assunto, o secretário fala em cumprir as demandas “fazendo mais com menos”. Sem apoio do governo federal, Vicente Neto conta que a Setre se vira para manter e aprimorar a Rede Sine, estimular a economia criativa e diminuir a taxa de subemprego apenas com o cofre do estado. “Hoje a Bahia é o segundo estado do Nordeste em recolocação de pessoas no mercado de trabalho formal”, comemora perante as dificuldades. Apesar de algumas vitórias, a secretaria ainda precisa lidar com a questão: Por que a onda de desemprego no Brasil parece que atingiu a Bahia como um tsunami?  Clique aqui e confira a entrevista completa.

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