Fã de Anitta, Gabily minimiza preconceito sobre mulheres na música: ‘Não sinto mais’
Por Júnior Moreira
Recentemente, a cantora Anitta falou durante participação no prêmio Lo Nuestro, nos EUA, que quando iniciou “eram apenas homens e agora temos várias mulheres cantando também e algumas comigo". "Estamos fazendo coisas juntas, e quando me pedem ajuda, ajudo sempre'', garantiu a artista. Aqui no Brasil, muita gente interpretou as aspas de forma equivocada, chamando-a até de prepotente. Porém, o que a artista quis dizer é que o funk, ritmo de sua origem, era predominado por homens. Não é mentira. A projeção nacional deste estilo musical era figurada por representantes masculinos e, após sua chegada, nomes como Ludmilla, Valesca e Lexa conseguiram crescer no mercado. É aquela história de um “ir puxando o outro”. É com essa lógica que surge Gabily. A carioca de 23 anos, que vem buscando expandir seu trabalho pelo país, bateu um papo com o Bahia Notícias e reconheceu que hoje o mercado musical está mais aberto. “Não sinto mais tanta dificuldade. Acho que a mulher tem levantado a bandeira de quem está conseguindo. Agora está mais fácil, pois ficamos em evidência. Antigamente tinha muito mais preconceito, de sermos taxadas como uma qualquer porque está ali dançando e rebolando. Acredito que as pessoas evoluíram essa parte. A galera já vê como uma arte, forma de se expressar. Claro que em outras profissões não é assim, mas na música já foi mais difícil”, admitiu. Com essa consciência mercadológica, a cantora constatou que a grande questão é acertar na música. “Tudo é muito versátil. Você não escolhe quem faz sucesso, não se constrói uma artista. Hoje, tem gente que lança uma música na internet e vira sucesso, como a Jojo Todynho. É mais a música do que tudo”, advertiu. Clique aqui e leia a matéria completa na coluna Holofote!
