Suplementação à AL-BA e ao TJ-BA dependerá de cooperação entre poderes, diz Vitório
Por Rebeca Menezes / Luana Ribeiro
Diante do horizonte já previsto pelo Legislativo e pelo Judiciário baiano no que diz respeito à suplementação de orçamento, o Executivo espera “cooperação” entre os três poderes para poder suprir a necessidade de complemento. “Hoje o Orçamento é dentro de uma expectativa de arrecadação, que já era uma expectativa alta. Mas eu acho que se temos um problema, vamos todos juntos cooperar para conseguirmos arrecadar mais para a gente poder suprir. A questão econômica e a possibilidade de arrecadação não é só a nossa vontade, e sim a conjuntura”, afirmou o secretário estadual da Fazenda, Manoel Vitório. “Agora o Poder Executivo sozinho não conseguirá”, afirmou o titular da Sefaz. Vitório salienta que o momento de crise econômica ainda não foi superado. “De jeito nenhum. Estão aí as notícias, todo mundo está acompanhando, nós temos uma previsão de crescimento ainda tímida para 2018”. O secretário, porém, destacou a participação do Judiciário nas iniciativas de combate à sonegação – entre as iniciativas conjuntas está o mutirão de renegociação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). “Acho que tem sido a nossa diferença, no estado da Bahia, tem sido a ação dos poderes no combate à sonegação e nos temas de interesse da Bahia. Nós estamos até num estado que é diferente, graças a Deus, da maioria dos estados da federação”, afirmou Vitório, que esteve presente nesta terça-feira (20) ao café da manhã promovido pelo presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), Gesivaldo Britto, com o qual pretende discutir as metas de arrecadação do Estado neste ano.
