Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
Notícia
/
Política

Notícia

Benito nega que PTB indicará novo nome para o Trabalho: ‘Em princípio, nada muda’

Por Bruno Luiz

Foto: Divulgação/ PTB

O vice-líder do governo no Congresso Nacional, deputado federal Benito Gama (PTB-BA), assegurou nesta quinta-feira (8) que o partido não tem intenção de indicar outro nome para o Ministério do Trabalho, no lugar da deputada federal Cristiane Brasil (RJ). A parlamentar foi nomeada pelo presidente Michel Temer no dia 4 de janeiro, mas até o momento não assumiu o cargo porque teve a posse barrada pela Justiça. A decisão mais recente a impedir Cristiane foi da ministra Cármen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF). Nesta quinta, a coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo, informou que o líder do PTB na Câmara, Jovair Arantes, vai indicar outro nome ao governo após o Carnaval. No entanto, segundo Benito, a última definição da bancada, de manter Cristiane, será mantida. “A decisão é aquela. Nós vamos aguardar o Supremo decidir. Se liberar, toma posse. Se não, precisaremos realmente procurar outro nome. Mas, em princípio, nada mudou”, afirmou Benito, em entrevista ao Bahia Notícias. O vice-líder, entretanto, admitiu que o imbróglio judicial envolvendo Cristiane a fará chegar ao ministério já desgastada, caso o Supremo permita. “O ideal é você ser nomeado e tomar posse normalmente. O desgaste é uma coisa a se pensar e encontrar formas de consertá-lo”,  ponderou. Sobre a reforma da Previdência, o parlamentar baiano admitiu que o governo ainda não tem os 308 votos necessários para aprovar a proposta na Câmara, mas disse que o placar, atualmente, está “apertado”. “Essa não foi uma semana boa de conquista de votos, mas o governo está articulando algumas coisas, não de mudança de texto, mas tentativa de reformular decisões de deputados. Hoje é uma decisão muito dura, duríssima”, confessou Benito, que completou dizendo que, atualmente, o Planalto precisa de 32 votos para chegar ao número mínimo. De acordo com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a apreciação do texto está mantida para o dia 20 de fevereiro. 

Compartilhar