Prefeitura proíbe contratação com IMCB; instituto é alvo de operação da Polícia Federal
A prefeitura de Salvador proibiu a contratação de serviços prestados pelo Instituto Médico Cardiológico da Bahia (ICMB), alvo de investigação da Operação Copérnico, deflagrada em julho de 2016 pela Polícia Federal. Além da suspensão do direito de licitar e contratar com a administração municipal por seis meses, a Secretaria de Gestão (Semge) também aplicou multa de 10% sobre o valor do serviço remanescente não realizado. De acordo com investigação da PF, o IMCB fraudou licitações em pelo menos três municípios - São Francisco do Conde, Candeias e Madre de Deus -, motivo pelo qual o empresário Nicolau Martins Júnior, responsável pelo instituto, foi preso e os três prefeitos passaram a responder em coautoria por fraude a licitação, organização criminosa, corrupção e superfaturamento (veja aqui).Em Salvador, foram cumpridos mandados de busca e apreensão nas Unidades de Pronto Atendimento de San Martin, Periperi e São Cristóvão, na época administradas pelo IMCB (lembre aqui). Na ocasião, o Bahia Notícias recebeu a informação de que o secretário de Saúde (SMS), José Antonio Rodrigues Alves, colaborou por um mês nas apurações envolvendo a empresa (leia mais aqui).
