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ACUSADAS DA MORTE DE NEYLTON LIVRES DO JÚRI POPULAR

A Justiça decidiu não mandar a júri popular a ex-subsecretária municipal Aglaé Amaral Sousa e a ex-consultora técnica Tânia  Maria Pimentel Pedroso, denunciadas pelo Minsitério Público, acusadas de serem as mandantes da morte  do ex-subcoordenador de finanças da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), Neylton Souto da Silveira, 48 anos, assassinado em 6 de janeiro de 2007, no interior do prédio da secretaria, no Comércio. A Justiça alega não ter encontrado provas para que pudesse submeter as duas acusadas a um conselho de sentença.

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