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Dallagnol critica decisão da corte: 'Um escudo contra decisões do STF, dado pelo próprio STF'

Foto: Pedro de Oliveira / ALEP / Fotos Públicas

Ao tomar conhecimento da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que deixou a cargo do Legislativo a palavra final quanto a medidas cautelares impostas a parlamentares, o procurador Deltan Dallagnol decidiu se pronunciar. Sempre ativo nas redes sociais, o coordenador da Lava Jato no Ministério Público Federal (MPF) criticou o posicionamento da corte suprema. "Não surpreende que anos depois da Lava Jato os parlamentares continuem praticando crimes: estão sob suprema proteção. Parlamentares têm foto privilegiado, imunidades contra prisão e agora uma nova proteção: um escudo contra decisões do STF, dado pelo próprio STF", comentou no Facebook, ainda na noite de quarta (11). No texto, Dallagnol não deixou de reconhecer os ministros Edson Fachin e Luís Roberto Barroso, que junto dos ministros Luiz Fux e Celso de Mello e da ministra Rosa Weber foram voto vencido no plenário. Já Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mnedes e Marco Aurélio Mello contaram com o voto de minerva da presidente Cármen Lúcia, garantindo que o Congresso Nacional terá que dar aval às determinações da Corte contra deputados federais e senadores (veja aqui). A decisão atinge diretamente o caso do senador Aécio Neves (PSDB-MG), que foi afastado do mandato pela segunda vez no final de setembro (lembre aqui).

 

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