Apesar de progressão na pena, hacker que clonou Marcela Temer não pode fazer faculdade
O pedido da defesa de Silvonei José de Jesus Souza, homem que clonou o celular da primeira-dama Marcela Temer, para que ele ingressasse na universidade foi negado pela Justiça de São Paulo. O hacker cumpre pena no presídio de Tremembé e, três dias antes, garantiu sua progressão para o regime semiaberto. Segundo informações do blog Painel, da Folha de S. Paulo, a Justiça negou o pedido ao considerar o pouco tempo passado desde a progressão, além do fim do contrato com a empresa que fornece tornozeleira eletrônica. Souza foi condenado a cinco anos de prisão por estelionato e extorsão após pedir R$ 300 mil para não vazar fotos íntimas e áudios da primeira-dama (lembre aqui).
