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Leo Prates cobra objetividade do TCM: 'Questiona proporção, mas não há parâmetro'

Por Guilherme Ferreira / Estela Marques

Foto: Guilherme Ferreira / Bahia Notícias

O presidente da Câmara Municipal de Salvador, Leo Prates (DEM), cobrou mais objetividade do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) em se tratando do equilíbrio entre funcionários comissionados e efetivos na CMS. O democrata dá como exemplos a Lei de Responsabilidade Fiscal e da folha de pagamento, em 4% e 70% respectivamente. Na avaliação de Prates, esse é um dos pontos que devem ser debatidos Encontro Baiano de Parlamentares Municipalistas, realizado em Serrinha. “Ela [a Corte de Contas] questiona a proporção entre comissionados e efetivos. O número de comissionados na Câmara é muito baixo e o número de efetivos é mais baixo ainda, então a proporção fica muito ruim. Há esse questionamento, mas não há parâmetro objetivo”, cobrou Prates. No ano passado, o TCM multou o ex-presidente Paulo Câmara (PSDB) pelo excesso de comissionados. Neste ano, Prates contou que o número de assessores por gabinete foi reduzido 25 assessores para 16. “Justamente acatando recomendação do Tribunal de Contas, mas ainda falta parâmetro objetivo para que a Câmara se adeque a essa questão”, acrescentou.

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