Após pedido de alteração, PGR reenvia delação de Funaro ao Supremo para homologação
Após a delação do doleiro Lúcio Funaro ter sido devolvida pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), na terça-feira (30), à Procuradoria-Geral da República (PGR) para ajustes, o documento foi reenviado pelo órgão à Suprema Corte nesta quinta-feira (31) para homologação. A cláusula alterada impedia que Funaro respondesse por ações de improbidade na área cível. Por ter citado o presidente Michel Temer e outros atores com foro privilegiado, a delação teve que ser submetida ao STF e não a outras instâncias. Agora, o ministro Fachin poderá validar o acordo de delação realizado entre Funaro e a PGR. Caso a delação seja homologada, a questão voltará para análise da PGR, que irá poder abrir novas denúncias, complementar inquéritos ou pedir novas investigações. As informações poderão, inclusive, ser utilizadas em uma nova denúncia contra o presidente Temer.
