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Em novo solo, Mônica Santana propõe explorar o amor como ‘potência de transformação’

Por Jamile Amine

Foto: Divulgação / Priscila Fulô

Após vencer a categoria “Revelação” do Prêmio Braskem de Teatro, em 2015, com o espetáculo “Isto Não É Uma Mulata”, a atriz, performer e jornalista baiana Mônica Santana estreou, nesta quinta-feira (20), seu terceiro solo. “Sobretudo Amor” segue em cartaz de quinta a sábado, sempre às 19h, até o dia 5 de agosto, no Teatro Gregório de Mattos. Enquanto o trabalho anterior foi “explicitamente político”, esta nova montagem traz algum engajamento, mas é predominantemente voltada para o lirismo. “Acho que ele também tem uma perspectiva política e referências de feminismo negro, mas é um trabalho mais lírico, onde tem uma voz de lirismo, de uma poesia, de um discurso por outra via”, avalia Mônica, que também assina a dramaturgia e direção da peça, explicando que sua proposta é falar do amor como “potência de transformação”. Clique aqui e leia a matéria na íntegra!

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