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Liderança do Subúrbio solicita melhor assistência a mulheres vítimas de agressão

Por Francis Juliano / Júlia Vigné

Foto: Enaldo Pinto / Ag. Haack / Bahia Notícias

Presente na comemoração da Independência da Bahia, realizada neste domingo (2) na Lapinha, Plicia Senna, liderança comunitária da área que compreende a Baixa do Fiscal até São Tomé de Paripe, reivindicou melhorias para o atendimento a mulheres vítimas de agressão. “A mulher, principalmente no Subúrbio, se for agredida, ela não é acolhida. Se ela não tiver um parente em Salvador, não tem um lugar para onde ela ir. Não existe nenhuma casa de acolhimento. A Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher é ótima, mas elas têm que voltar para casa, ficando de frente com o agressor”, criticou. Senna reivindica um espaço que acolha as mulheres vítimas de agressão até que sua situação seja resolvida. “Até que ela possa voltar para o interior dela, que o agressor dela seja atendido e que a situação normalize”, disse. Outra pauta defendida pelas Suburbanas é a qualidade da educação oferecida, tanto por escolas municipais, quanto pelas estaduais. “As escolas estão deixando a desejar, não oferecem um curso que ocupe a mente dos jovens. É necessário que algo atrativo seja oferecido para as crianças”, reclamou.

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