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Mais de 1,5 bilhão de muçulmanos espalhados pelo mundo iniciam jejum do Ramadã

Foto: Reprodução / Wikistoria Enciclopédia

Mais de 1,5 bilhão de muçulmanos em todo o mundo começam neste sábado (27) o jejum do Ramadã. Os seguidores do islã que tiveram alcançado a puberdade não poderão comer, beber, fumar e nem manter relações sexuais enquanto o sol estiver no horizonte pelo próximo mês. Ficam excluídos dessa condição as mulheres menstruada e grávidas, os doentes e os viajantes que fazem um trajeto penoso. Todos deverão compensar os dias de jejum posterior. As mesquitas se encarregam de lembrar as horas exatas do nascer e do pôr-do-sol, com chamadas à oração do Fayer (nascer) e do Magreb (pôr), mas as horas exatas também podem ser conferidas no celular - smartphones indicam o momento do nascer e do pôr-do-sol. Durante o período do Ramadã, as empresas, repartições públicas e escolas encurtam seus horários de funcionamento para que o jejum seja mais suportável. Os cafés e restaurantes fecham durante o dia e ficam abertos à noite. O jejum é obrigatório por lei e com possibilidade de castigo ao infrator na Arábia Saudita, Bahrein, Paquistão, Afeganistão, Irã, Malásia, Brunei e Marrocos. Na maior parte do mundo muçulmano, segundo a Agência Brasil, o Ramadã é cumprido por vontade própria ou por pressão social, mas é pouco usual alguém infringir o jejum em público. 

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