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Lava Jato: Contrato de terminal na Bahia envolveu propina, diz delator

Foto: Divulgação / Petrobras

Um contrato para uma obra do Terminal de Regaseificação da Bahia está entre os casos citados na decisão judicial que baseou a prisão de ex-gerentes da Petrobras na manhã desta quinta-feira (4), durante a operação Asfixia, como foi batizada a 40ª fase da Lava Jato. No despacho, o juiz Sérgio Moro menciona depoimento de delação premiada de um diretor da construtora Andrade Gutierrez, Paulo Roberto Dalmazzo, que citou que a empreiteira pagou propina de 1% do contrato firmado com a Petrobras em 2012 para a obra do terminal. Na declaração de Dalmazzo, um dos ex-gerentes presos nesta quinta, Maurício Guedes, é apontado “especificamente” como a pessoa com a qual ele acertara o pagamento. Guedes estava no cargo em substituição à Pedro Barusco. Dalmazzo disse ter sido orientado por Guedes a procurar a empresa Lideroll, cujo representante, Marivaldo do Rozário Escalfoni, o orientou sobre o percentual da propina.

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