Lexa lamenta falta de união no funk: 'Sertanejo está em alta porque um ajuda o outro'
Por Júnior Moreira
É inegável o espaço que as mulheres, merecidamente, vêm ocupando na música. Se antes o cenário nacional era dominado por homens, atualmente pode-se dizer que o jogo virou. São diversos exemplos de cantoras vencendo o machismo, desconfiança e assumindo o protagonismo. De Ivete Sangalo a Pitty, abarcando Marília Mendonça e Karol Conka, as canções passaram a ser ditas por elas e para elas. O funk não foge à regra. O clima da ostentação masculina saiu de cena e entrou em vigor o que dizem Anitta, Ludmilla, Valesca e agora Lexa. A carioca de 21 anos, que estuda música desde os 9, já soma mais de 2 milhões de seguidores no Instagram e entre seus sucessos estão “Para de Marra”, “Se Eu Mandar” e “Posso Ser”. Em rápida passagem por Salvador, na última semana, para o primeiro show na Capital, ela visitou a redação do Bahia Notícias para bater um papo. Clique aqui e leia a matéria completa!
