Sem consenso sobre delações, executivos e acionistas da OAS enfrentam divergências
O clima entre acionistas das OAS e executivos que estudam aderir à delação premiada está tenso em alguns casos. Segundo informações da coluna de Mônica Bergamo, entre as divergências, está a definição da participação de cada um nos crimes que serão detalhados às autoridades, entre outros problemas internos. Os desentendimentos não inclui o ex-presidente da construtora, Léo Pinheiro, que está preso em Curitiba (PR) e já tinha começado a negociar um acordo de pré-delação, que acabou sendo suspenso pelo Ministério Público Federal. A crise também afetou, há alguns meses, os 77 executivos da Odebrecht que aderiram à colaboração. Eles terminaram por entrar em consenso, após um longo período de negociações internas.
