PM nega agressões contra manifestantes e justifica uso de spray de pimenta
A Polícia Militar garante que não agrediu e nem prendeu manifestantes durante protesto no entorno da Universidade Estadual da Bahia (Uneb) no Cabula durante a noite desta quinta-feira (1°). Em nota, ela ainda relata que participantes do ato se recusaram a liberar o trânsito em uma rua do bairro. Por conta das reações contrárias às negociações, o spray de pimenta foi usado "como último recurso". A Uneb divulgou uma nota de repúdio por conta da “ação violenta de agentes da Polícia Militar (PM)” contra estudantes da instituição (veja mais). Participantes do protesto argumentam que policiais apontaram arma de fogo contra manifestantes e bateram em meninas. Segundo a PM, o ato bloqueava a rua Silveira Martins, principal via de acesso ao Hospital Roberto Santos. Policiais militares da 23ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM) e o policiamento empregado diariamente no entorno da universidade já negociavam a liberação da rua. Em seguida, uma viatura da Companhia de Polícia de Proteção Ambiental (Coppa) teve o acesso ao local impedido e o spray de pimenta foi usado.
