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Ensino de capoeira no currículo visa inclusão de alunos

Por Estela Marques / Luana Ribeiro

Fotos: Estela Marques / Bahia Notícias
Um dos focos do convênio que será firmado entre a prefeitura e a Federação de Capoeira da Bahia (Fecaba) para o ensino do esporte nas escolas na rede municipal é a socialização e inclusão de alunos. “Alunos com deficiência, principalmente autistas, já estão encontrando na capoeira um grande instrumento de apoio no seu processo de inclusão escolar”, afirmou a coordenadora pedagógica da Secretaria Municipal de Educação (Smed), Joelice Braga. Antes da sanção da lei, 75 escolas já trabalhavam com a prática, de forma voluntária, por meio de parcerias, ou por meio do programa Mais Educação. “Esse processo não tem prazo, porque nós vamos dialogar, vamos ver como cada mestre pode apoiar determinadas escolas. Nós precisamos entender também, em termos de localização, onde as escolas estão e onde esses mestres podem ir”, detalhou.
 

Para o presidente da Fecaba, Marcelo Grauçá, a contribuição da capoeira para o desenvolvimento da criança pode ser explorada de forma diferente a depender da faixa etária. “A gente trabalha muito com o lúdico, com as crianças que estão em uma idade mais tenra, e vamos começando a trabalhar com a coordenação motora, parte cognitiva. Isso a gente trabalha através de práticas específicas, e que no contexto amplo, quando juntamos, a gente vê que tem um ganho muito elevado quando essas crianças conseguem desenvolver essas atividades”, aponta. 

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