Abraço a Microcefalia: Mantido por doações, projeto oferece acolhimento e orientação
Por Renata Farias
Desde o início do surto de microcefalia no Brasil, no segundo semestre de 2015, muitas famílias se sentiram desamparadas e assustadas com diagnósticos positivos. Após o nascimento de Gabriel, em dezembro, Mila Mendonça teve contato com muitas mães de bebês com a malformação e percebeu a necessidade de apoio e orientação. “Eu e meu marido, Rodrigo, fazíamos parte de um grupo de WhatsApp criado por médicos e percebemos que alguns bebês com três ou quatro meses ainda não tinham feito nenhuma sessão de estimulação. Com Gabe, a gente fazia desde o hospital”, contou ao Bahia Notícias. A partir dessa constatação, o casal começou a organizar aulas coletivas no próprio prédio. Algum tempo depois, Mila reencontrou uma amiga de escola, Maria Joana, que tinha as mesmas inquietações. “Ela já tinha marca e já estava buscando um lugar”. Assim começou, em 2 de abril, o Abraço a Microcefalia, um projeto voluntário que busca auxiliar as famílias por meio de oficinas, doações e troca de experiências. Clique aqui e leia a matéria completa na coluna Saúde!
