Caso Davi Fiúza: Representação da Secretaria de Justiça está parada no MP desde 2014
Por Luana Ribeiro / Cláudia Cardozo
Sem atualizações por parte da Polícia Civil, o caso do jovem Davi Fiúza, desaparecido aos 16 anos em outubro de 2014 no bairro do Parque São Cristóvão, na localidade de Vila Verde (lembre o caso), também não apresentou avanços no Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA). Uma representação encaminhada pela Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (atual Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social), ainda sob comando de Ariselma Pereira deu entrada no MP-BA no dia 12 de novembro de 2014, passou pelo gabinete do procurador-geral de Justiça, Márcio Fahel, de onde foi encaminhada, no dia 17 do mesmo mês, para o Grupo Especial de Atuação para o Controle Externo da Atividade Policial (Gacep). Desde então, a representação está paralisada no departamento, que atua na fiscalização da relação entre a polícia e o cidadão, além da garantia da persecução penal (que sejam seguidos os trâmites de investigação e processo judicial de um crime).
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O sistema de consulta do MP informa que a representação está parada desde 2014 | Foto: Reprodução
