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Juiz da Vara da Infância afirma que falta de diálogo dificulta atendimento de crianças

Por Cláudia Cardozo

Foto: Ney Silva/Acorda Cidade
Após o desembargador Salomão Resedá, do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), pedir providências em uma sessão plenária para que uma adolescente do interior, vítima de estupro, fosse transferida para Salvador, o juiz titular da 1ª Vara da Infância, Walter Ribeiro, resolveu quebrar o silêncio e se pronunciar. Ao Bahia Notícias, o juiz, que atua na área da Infância e Adolescência há 18 anos, afirmou que as declarações do desembargador “não são verdadeiras” e que não há abertura para o diálogo entre a Vara da Infância e a Coordenação da Infância do TJ.  Walter Ribeiro diz que as declarações do desembargador, que, por 16 anos conduziu a 1ª Vara da Infância de Salvador, e que, só recebeu um “mero e-mail pedindo vaga” para as crianças, tanto de Catu, portadoras do vírus da aids, quanto da adolescente vítima de estupro. Leia mais na coluna Justiça!

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