Patrocinadores e COI predominam na escolha de condutores da Chama
O critério de escolha dos condutores da Chama Olímpica, que percorrerá 35 quilômetros em Salvador no dia 24 de maio, teve predominância dos patrocinadores e do Comitê Organizador Internacional (COI), sediado no Rio de Janeiro. “Então a forma com que foi feita essa seleção foi muito variada. Por exemplo, os patrocinadores, cada um criou um formato e as pessoas se candidatavam para ir. O Estado e os municípios também tiveram a oportunidade de fazer alguma indicação. Essas indicações eram feitas, o pessoal avaliava se estava tudo dentro do contexto, se não, dizia que não podia, para poder colocar outros nomes. Então na verdade não houve assim um critério maior”, aponta o secretário do Escritório Salvador Cidade Global, Jorge Khoury. Das vagas que restaram para indicação da prefeitura, por meio do comitê municipal, foi dada prioridade a representantes que estejam de alguma forma envolvidos com o esporte. “Nós achávamos que devia ser alguém que representasse as escolas municipais. Tem duas garotas que tem participação em jogos e em esporte, algumas já sendo premiadas em algumas atividades. Estamos vendo também como prestigiar os servidores municipais – identificamos uma pessoa que trabalha na área de defesa civil, que desenvolve dentro de 30 anos todo um trabalho esportivo de iniciativa própria, a despeito da formação dele”, exemplificou. Os nomes indicados pelos patrocinadores e pelo COI ainda não foram informados. “Agora se você perguntar quais são os outros, a gente não sabe, é uma coisa que cada um e o próprio comitê central não divulgou a relação de todos. Esses que ele está falando foram alguns que a gente conseguiu que pudessem vir, por exemplo, Allan do Carmo, estava convidado, mas não poderia vir”.
