Um ano após deslizamento, grupo protesta na Baixa do Fiscal
Por Luana Ribeiro
Um grupo de cerca de 30 pessoas realiza um protesto na Avenida Nilo Peçanha, próximo à Baixa do Fiscal, marcando um ano do deslizamento de terra que deixou quatro mortos na região. A manifestação começou por volta das 7h50 desta terça-feira (10). Os manifestantes bloqueiam a rua, causando congestionamento. “Já tem um ano. Queremos uma solução. Ainda não tem contenção de encosta, a obra está parada até hoje. Coloca plástico preto e não resolve nada se a terra deslizar a gente fica como?”, questiona Hilton Cardim, da Associação de Moradores da Baixa do Fiscal. Por volta das 8h15, os manifestantes iniciaram a queima de pneus e sofás na via. Outros protestos foram registrados na capital e região metropolitana na manhã desta terça, a maioria no contexto da mobilização contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff (entenda). Segundo informações da Central de Polícia, além de atos na Avenida Suburbana (clique aqui), Ondina (veja) e Candeias (leia); manifestantes fazem protestos, a partir das 7h50, na entrada do bairro de São Cristóvão, na altura da Le Biscuit, sentido Lauro de Freitas. O ato é organizado por integrantes do movimento sem teto. O ato é realizado desde as 7h50 na altura da Le Biscuit sentido Lauro de Freitas, mas os manifestantes já se dirigem para a pista no sentido inverso. De acordo com Cristina Teixeira, uma das coordenadoras do grupo, cem pessoas estão no local. “Estamos fazendo uma manifestação pacífica contra o impeachment. Tem também moradores reivindicando passarelas”, explica. Também foi registrado, por volta das 7h30, um protesto na Avenida Edgard Santos, no Cabula, em frente à Coelba. (Atualizada às 9h03)
