Três jornalistas são condenados à morte no Egito; presidente deposto também será julgado
Seis pessoas foram condenadas à morte neste sábado (7), incluindo três jornalistas, pela Justiça do Egito. A sentença está ligada ao vazamento de documentos secretos para o Catar, o que colocaria em risco a segurança nacional. O veredito ainda deve ser aprovado pelo Grande Mufti, a autoridade máxima do país, com sentença final prevista para 18 de junho. O ex-presidente Mohamed Morsi, processado pelo mesmo caso, também teve seu veredito adiado. Os três jornalistas, Alaa Omar Mohammed, Ibrahim Mohammed Hilal e Asmaa al-Khateib, foram julgados sem estarem presentes e podem recorrer da decisão, segundo a Folha de S. Paulo. "A Al Jazeera rejeita a alegação absurda de que eles estavam em colaboração com o governo eleito de Mohamed Mursi", disse um porta-voz da emissora. Os outros condenados Ahmed Afify, produtor de documentários, Mohammed Keilany, comissário de bordo da EgyptAir, e Ahmed Ismali, acadêmico.
