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‘Se elas saírem, as escolas ficam sem professores’, defende Aladilce sobre Redas

Por Estela Marques / Rebeca Menezes

Foto: Max Haack / Ag. Haack / Bahia Notícias
A vereadora Aladilce Souza (PCdoB) explicou que a aprovação da ampliação de dois para quatro anos dos contratos Regime Especial de Direito Administrativo (Reda), nesta quarta-feira (27) (leia aqui), visa atender a uma situação “excepcional” vivida pela gestão municipal. A líder da oposição defendeu que, apesar de não ser a melhor opção, a medida visa interromper o ano letivo regular dos alunos da rede municipal de ensino. “Eu entendo o reda como uma alternativa em que o gestor lança mão de contratação temporária por situação excepcional, que é o que está acontecendo. Nós temos professoras que trabalham na Secretaria da Educação, cujo trabalho venceu. E se elas saírem, as escolas vão ficar sem professores”, explicou. Mesmo assim, a vereadora prometeu apresentar um projeto para a indicação de realização de concurso público, para suprir as vagas atualmente preenchidas por Redas. “Porque essas pessoas só vão ficar mais dois anos. Nesses dois anos, a prefeitura tem obrigação de fazer um concurso. Inclusive, os professores podem fazer o concurso para se tornarem estáveis”, avaliou. A oposição também deve apresentar uma proposta de equiparar os direitos dos Redas com os professores estatutários. “Mesmo que as professoras sejam temporárias, a qualidade do ensino é a mesma, e a exigência também é a mesma. Então elas não podem ganhar menos nem ter menos direitos”, afirmou. Aladilce criticou, ainda, uma terceira opção que teria utilização recorrente pela prefeitura. “Hoje, acontece o concurso esporadicamente. Tem até mais terceirizado do que concurso. O município tem utilizado uma alternativa pior ainda, que é contratar uma empresa privada qualquer pra prestar. E aí atrasam salário, não pagam direitos trabalhistas”, alertou.

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