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PT da Bahia minimiza rompimento do PMDB com Dilma: ‘Temos know-how nessa questão’

Por Fernando Duarte

Foto: Cláudia Cardozo/ Bahia Notícias
O anúncio de que PMDB deixou, em definitivo, a base aliada do governo Dilma Rousseff, confirmado nesta terça-feira (29) (veja aqui), foi minimizado pelo presidente do PT na Bahia, Everaldo Anunciação. “Nós da Bahia temos know-how nessa questão de rompimento com o PMDB. A saída aqui na Bahia levou o PMDB a uma redução na presença política, na eleição de prefeitos e deputados”, sugeriu Anunciação, comparando a situação vivida em Brasília com o episódio em que PMDB deixou a base aliada do então governador Jaques Wagner (PT) na Bahia, em 2010. Segundo o petista, o rompimento do PMDB é “uma manobra”, pois “não há divergência de conteúdo”. Ao condenar a atitude dos antigos aliados, Anunciação frisou que o PMDB acaba coadunando com o processo de impeachment, em tramitação na Câmara Federal. “É um ato ilegal, porque não tem crime, e eles consolidando a liderança de alguém que está incriminado para conduzir o julgamento”, afirmou, em referência ao presidente do legislativo, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Sobre as perspectivas de futuro, Everaldo apontou que o governo vai ter que rearticular a base. “Eu acho que o governo muda um pouco a correlação de forças e cabe trazer a parte insatisfeita e tentar uma rearticulação da base”, sugeriu.

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