'Doações' em lista da Odebrecht são diferentes de prestações de contas de políticos baianos
Por Luiz Fernando Teixeira
A divulgação dos documentos de Benedicto Barbosa Silva Júnior, presidente da Odebrecht Infraestrutura, foi vista com ressalvas dentro do meio político (clique aqui e leia). Isso porque mais de 200 políticos e 20 partidos foram citados nominalmente em planilhas e anotações, mas não há provas de que o repasse de verbas que constam nos documentos estão ligados a esquemas de corrupção. De fato, quase todos os que foram identificados inicialmente alegaram que as doações foram feitas de forma legalizada e declaradas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) – e os baianos citados não foram diferentes. Do ex-governador da Bahia, Jaques Wagner, e do atual prefeito de Salvador, ACM Neto, até candidatos a vereador como Pinheiro do Sindicato e outros que perderam força política, como João Almeida, 37 políticos de sete partidos do estado aparecem na relação. O número inicial de 39, que foi divulgado por alguns veículos da imprensa, não procede pois Marcio Biolchi e Mauro Poeta são listados erroneamente como sendo de Salvador, mas na verdade são do Rio Grande do Sul.


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