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Líder do DEM pede que Dilma renuncie; petista diz que Cunha usa processo para se salvar

Por Fernando Duarte, de Brasília / Alexandre Galvão

Pauderney e Fontana | Foto: Montagem/ Bahia Notícias
O líder do DEM na Câmara dos Deputado, deputado Pauderney Avelino (AM), avaliou que “o governo terá de contar os votos” na hora do julgamento do impeachment da presidente Dilma Rousseff. Segundo Avelino, o que se vê hoje é “uma sucessão de fatos de um escândalo que torno o impeachment inevitável“. “Os fatos falam por si. O que estamos presenciando, um fato atrás do outro, o que estamos vendo na sucessão de escândalos é que é inevitável o impeachment. O que temos é o fundamento jurídico das pedaladas fiscais. O que veio depois, a prisão do marqueteiro, a delação de Delcidio... a presidente deveria renunciar para evitar o processo de impeachment”, sugeriu, em entrevista ao Bahia Notícias. Para o deputado Henrique Fontana (PT-RS), integrante da comissão do impeachment, na Casa, Cunha tem usado o processo de cassação de Dilma para “a própria defesa”. “O supremo recolocou as coisas no lugar e agora vem esse aditamento. O impeachment tem que se dar a partir de uma peça. O aditamento é ilegal. Eu sempre me pergunto porque aditamento, será que a peça anterior não traz crime nenhum como nós falamos?”, questionou.

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