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‘A gente não tem como equacionar’, afirma diretor sobre contas do A Tarde

Por Francis Juliano / Cláudia Cardozo / Luiz Fernando Teixeira

Foto: Francis Juliano / Bahia Notícias
Marconi Reis, que foi empossado diretor-geral do jornal A Tarde nesta quinta-feira (3), se mostrou estarrecido com a “invasão” feita na redação do periódico nesta sexta (4). “Tive uma excelente reunião com os coordenadores, na redação tive uma excelente – a única pessoa que não me tratou bem aqui foi a presidente do sindicato dos jornalistas, só-  o resto, todo mundo me tratou bem. E eu já com os projetos que ia tocar aqui, e tentar evitar o máximo de demissões, que aliás, inclusive, mostrei a eles como eu estava conseguindo dar prazos para isso, para gente tentar reestruturar a redação, mas eles invadiram hoje”, afirmou Marconi. Já o diretor de circulação do jornal, Roberto Lázaro, apontou diversas irregularidades que percebeu após assumir o cargo. “Não condiz a realidade com a receita. Isso, na realidade, está de uma forma que a gente não tem como equacionar. O André, quando fez esse contrato, na realidade, ele não fez um plano de negócio. Ele fez um corte, na realidade, pelo impulso, sem planejamento. Tudo que ele fez foi arbitrário. A gente sabe disso, que ele agiu de uma forma que não deveria ter agido”, declarou. Além disso, informações dão conta de que nem todos os integrantes da família Simões compactuam com a “invasão” – pelo menos metade não está de acordo.

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