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Polêmica 'requentada', diz Pinheiro; secretário desafia gestores a 'abrir mão' de patrocínios

Por Alexandre Galvão/ Luana Ribeiro

Foto: Alexandre Galvão / Bahia Notícias
O secretário municipal de Urbanismo, Sílvio Pinheiro, defendeu neste domingo (7) o modelo de captação de recursos privados para financiamento do Carnaval. Para o gestor, a polêmica levantada por conta da exclusividade da Brasil Kirin (Schin) nos circuitos da festa, é “requentada”. “Aqueles que são do contra, que querem politizar, querem gerar polêmica, como não tem outra tema. É o terceiro ano. Eu quero saber, seja lá quem for o próximo o prefeito, se terá coragem de abrir mão de R$ 30 milhões por ano em patrocínio de cervejaria para custear o carnaval”, argumentou, para acrescentar: “Se a cidade achar que esse é o caminho, vote nesse político”, disse. Segundo Sílvio Pinheiro, o vídeo que registrou a apreensão de cervejas Skol em um supermercado na Barra mostra que também houve apreensão de Schin no local. “Na mesma operação, o vídeo mostra isso, tinham também, estavam sendo retirados, mercadorias da Schin. Estavam desobstruindo as áreas. O dono do supermercado foi o único que não reclamou. Então eu não sei porque tanta celeuma e tanta polêmica”, afirmou. De acordo com Pinheiro, a ação no supermercado foi semelhante a outras que ocorrem diariamente na rotina da pasta. "Qualquer ação fiscal é dura, não existe fiscal ‘oi, tudo bom’. Ou o fiscal de trânsito. Isso não existe", disse.

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