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'Bagunça organizada' do Fuzuê faz parte da democratização do Carnaval, explica prefeito

Por Estela Marques / Rebeca Menezes

Foto: Elias Dantas / Ag. Haack / Bahia Notícias
O aumento do número de dias do Carnaval neste ano buscou não apenas aumentar a movimentação econômica, mas também permitir a ida de novos públicos para o festejo, defendeu neste sábado (30) o prefeito ACM Neto (DEM). "A cidade já está praticamente toda tomada pela festa. Com isso, a gente consegue antecipar em quase uma semana toda movimentação econômica.Além disso, tem um aspecto interessante do Fuzuê, de ter as bandas de sopro, percussão, carnaval das famílias. Gente que talvez não brinque nos dias oficiais da festa, mas que vem agora pra se divertir", avaliou o gestor. "É uma coisa mais calma, menos apertada, é uma bagunça organizada", comparou. Para Neto, o Fuzuê já foi incorporado oficialmente à folia momesca, garantindo o espaço de blocos que marcaram a história da cidade. "É um resgate das tradições do carnaval, sem dúvida. Mostrar que Salvador evoluiu muito com a industria, sem perder sua tradição, reencontrando sua tradição. É o encontro do folião com a rua, a verdadeira democratização do Carnaval", concluiu.

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