Proibição de trios tornou a lavagem mais segura e popular, avaliam baianos
Por Francis Juliano / Fernando Duarte
Participando da Lavagem do Bonfim há 45 anos, Rosângela Rocha não esconde a satisfação em continuar na festa. A tradição agora, segundo ela, está sendo transmitida para outras gerações da família. “Estou com minhas sobrinhas, acompanhando as primeiras lavagens dela. Vou continuar vindo, porque lavagem é família”, defendeu Rosângela, ladeada pelas duas jovens. “Venho desde quando eu tinha 15 anos. Hoje tenho 60”, brincou. Na avaliação dela, as últimas edições da festa do Senhor do Bonfim são mais seguras. “Hoje está bem melhor. Na época, com trio elétrico, era mais muvuca. Está maravilhoso, não vi violência”, relatou Rosângela.

Josué Santana acha que a festa está mais democrática
