Novembro: piloto morre em apresentação; vereadora sugere Bíblia no Dique
Depois do repórter Genildo Lawinscky ter sido destaque em outubro deste ano após sua demissão, outro jornalista foi parte do noticiário no mês seguinte. Em novembro, Casemiro Neto, apresentador do Que Venha o Povo, programa da TV Aratu, se pronunciou após o burburinho gerado em torno da prisão de seu filho, Rafael Cardoso Prado, durante a Operação Aleteia (veja mais aqui). Rafael – cuja esposa, Ariana Nasi, também foi presa – é acusado de sonegação fiscal e fraude em contratos com o governo do Estado em um esquema que envolvia a venda de diversos materiais, incluindo livros e materiais de papelaria. “Como pai, eu vou dar todo apoio neste momento difícil para toda a família. Como jornalista a minha postura é a mesma de sempre, que vocês conhecem muito bem. Eu confio na Justiça e vou acompanhar o resultado das investigações”, destacou o apresentador, que teve participação descartada pela equipe que comandou a apuração. Ainda no âmbito da Justiça, um advogado foi tema da segunda notícia mais lida de novembro após chamar uma colega de “cachorra” durante uma audiência de conciliação no Juizado Cível de Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador (clique aqui e saiba mais). Marconi de Souza Reis chamou a advogada Louise Lima Andrade por conta da roupa que ela estava vestindo. “Repare, dali eu estava vendo sua calcinha. Da próxima vez, venha com uma roupa mais composta. Cachorra!”, disse, conforme áudio que registra a sessão, ao qual o BN teve acesso.

Foto: Alexandre Galvão / Bahia Notícias
