O último baile do aristocrático
Por Ricardo Luzbel
O Clube Baiano de Tênis, ao promover a retificação do poligonal da área do terreno do Clube junto ao cartório do 1º Ofício de Móveis de Salvador, para vender parte do terreno à incorporadora Moura Dobeaux Engenharia, incluiu, indevidamente, como sendo de sua propriedade uma área de aproximadamento 700 m² que, na verdade, sempre foi de propriedade do vizinho Edifício M. Conselheiro Luís Viana. Iniciadas as obras do Edifício Mansão Clube Bahiano de Tênis, pela aludida incorporadora, os moradores do edifício vizinho, cuja propriedade foi usurpada, notificaram a incorporadora para parar a obra no terreno em questão e o clube para explicar como conseguiu vende uma área que não era de sua propriedade. Parace que este baile promovido pelo clube, diferentemente das antigas e glamurosas festas que aconteciam lá, quando era conhecido como o aristocrático, está dando muita ressaca naqueles que participaram dele.
