Coluna A Tarde: As complicações de Dilma e Cunha
Por Samuel Celestino
Eram previsíveis os acontecimentos desta semana que chega ao fim, marcada pela evolução da crise política que atingiu a presidente Dilma Rousseff e a encaminhou para o previsível impeachment. As dificuldades, com grandes repercussões externas, complicam ainda mais a situação do país que já não se sabe aonde chegará e como se livrará deste abismo, óbvia consequência da incompetência governamental que virou a nação pelo avesso. Do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, tudo era esperado. Provavelmente muito mais, por se tratar de um personagem que chegou ao cargo exatamente porque o PT – leia-se Aloízio Mercadante – lançou um candidato para disputar contra ele, o deputado Arlindo Chinaglia, que está desaparecido do circuito político. O petista desabou no primeiro turno da votação com metade dos votos, 136, contra 267 de Cunha. Estava escancarado, desde aí, que Rousseff teria dificuldades para enfrentar o eleito. Clique aqui e veja a íntegra da coluna de Samuel Celestino deste domingo (6).
