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Corujão transporta 358 pessoas por noite, mas passageiros reclamam de insegurança

Foto: Imagem/TV Bahia
Nos dois meses em que atua desde que foi lançado, o sistema Corujão já transportou 21.455 passageiros durante a madrugada de Salvador. Mesmo assim, aqueles que utilizam um dos 56 ônibus que circulam entre 0h e 4h ainda reclamam sobre o sentimento de insegurança da operação. Segundo o A Tarde, os passageiros também reclamam do tempo de espera e de problemas no funcionamento do aplicativo CittaMobi – que deveria mostrar os horários aproximados em que os veículos passam nos pontos. Segundo os motoristas, a procura é maior nos fins de semana, quando o número de passageiros chega a triplicar, mas isso não quer dizer que todo mundo pague a passagem. "Eles me pedem carona e eu não tenho como negar porque tenho medo de ser agredido. Quem trabalha no Corujão tem que ter molejo", disse um rodoviário. Outra alternativa para diminuir os riscos é apagar as luzes dos veículos ao passar por bairros considerados mais perigosos. Na Lapa, uma viatura policial faz rondas, mas não permanece no ponto. Os motoristas denunciam casos de ameaças sofridas por dependentes químicos ou assaltos no terminal. A Polícia Civil, contudo, informou que apenas um roubo foi registrado pelo Grupo Especial de Roubo a Ônibus (Gerrc) no período. Já sobre a demora, o secretário municipal de Mobilidade, Fábio Mota, explicou a razão para que todos os ônibus saiam da Lapa. "Salvador tem uma cultura em que as pessoas querem pegar o ônibus  na porta do trabalho e descer na porta de casa. Mas o transporte  é coletivo, tem que atender à cidade como um todo", justificou. Mesmo assim, a prefeitura já estuda mudanças. "Recentemente, ajustamos uma linha para passar no Rio Vermelho e Barra. Faremos outras mudanças. Na alta estação vamos observar, por exemplo, se será necessário aumentar a frota".

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