GESTÃO EM TERCEIRA MÃO
Ao invés de estar nas mãos do poder público, a política indigenista está entregue a organizações não-governamentais (ONGs) e não consegue atender os 740 mil índios em todo o País. Com a ausência do Estado nas aldeias, as organizações se multiplicam. Cada uma destinada há um determinado setor: saúde, religião, educação, enfim. E, para o ex-presidente da Funai Mércio Pereira Gomes, a política indigenista brasileira não funciona na prática.
