CASO ISABELLA: RECONSTITUIÇÃO DO CRIME
Foto: Agência Estado

Em seu segundo depoimento, Alexandre Nardoni, não conseguiu explicar como o vômito de sua filha Isabella, de 5 anos, foi parar na camiseta que usava no dia em que a menina foi jogada do 6º andar do Edifício London, na Vila Isolina Mazzei, zona norte de São Paulo. Da mesma forma, a madrasta, Anna Carolina Jatobá, não tinha uma explicação para o sangue de Isabella encontrado em seu sapato. Hoje, acontece, a reconstituição do crime. Ainda não se sabe se o casal vai colaborar, já que, segundo a legislação brasileira, ninguém é obrigado a produzir provas contra si mesmo.
