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Smed instala escolas provisórias em containers convertidos em módulos educacionais

Por Luiz Fernando Teixeira

Escola Esther Félix utiliza módulos provisórios | Fotos: Betto Jr./ Ag. Haack
A Secretaria Municipal Educação (Smed) contratou a empresa Star Ambiental para fornecer módulos educacionais para instalar de forma provisória unidades escolares interditadas, de acordo com publicação no Diário Oficial do Município desta terça-feira (21), a ser executado dentro de 180 dias. Apesar de a publicação usar o termo “containers” para se referir aos módulos, o secretário Guilherme Bellintani evitou classificá-los dessa maneira. “São módulos de salas de aula com janela, ar condicionado, só que com a perspectiva de ser provisória. Esse modelo já é usado há mais de um ano, com aprovação da comunidade", declarou o gestor.

O titular da Smed explicou que os módulos são utilizados porque quando é preciso reformar uma escola, é necessário que elas sejam realocadas em um imóvel a até mil metros da unidade original. “É comum que não haja imóveis capazes de absorver uma escola nos bairros. A partir disso a gente instala os módulos”, argumentou. De acordo com relação da Smed, oito escolas funcionam em módulos educacionais: Centro Municipal de Educação Infantil Educar é Viver; Centro Municipal de Educação Infantil Pirajá; Escola Municipal Fazenda Coutos; Escola Municipal Esther Félix; Escola Municipal Francisca de Sande; Escola Municipal Pernambués; Escola Municipal Campinas de Pirajá; e Escola Municipal Palestina. "São escolas que não tem mais condições de uso e não temos alternativa", disse Bellintani. 

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